terça-feira, 8 de março de 2016

A internet está criando uma geração de desatentos?

Estudo afirma que as pessoas perdem a concentração após apenas oito segundos, e professores dizem que a internet está criando uma geração que se distrai facilmente. Há, porém, maneiras de reverter essa situação.
Uma infinidade de abas abertas no navegador, o alerta de e-mails soando a cada cinco minutos ou o celular vibrando constantemente com notificações do WhatsApp ou de aplicativos de notícias: com tanta informação ao mesmo tempo, fica cada vez mais difícil se concentrar numa atividade ou ler uma página inteira de um livro sem se distrair.
De acordo com um estudo conduzido pela Microsoft e divulgado pela revista Time, as pessoas perdem a concentração após somente oito segundos, em média – menos tempo que os nove segundos que um peixe-vermelho (Carassius auratus) precisa para se distrair. Em 2000, o tempo médio de atenção era de 12 segundos, sendo a diminuição desse tempo um possível sinal dos efeitos da internet no cérebro.
O estudo apontou diferenças entre gerações. Quanto ao uso de smartphones, 77% dos entrevistados entre 18 e 24 anos disseram que, quando nada está ocupando sua atenção, a primeira coisa que fazem é pegar o telefone. Para aqueles acima dos 65 anos, o percentual é de apenas 10%.
Geração de distraídos
Os efeitos das tecnologias são de fato mais perceptíveis entre os jovens. Um estudo do Pew Research Center, de Washington, apontou que, entre 2.500 professores consultados, 77% afirmaram que o impacto da internet e das tecnologias digitais é sobretudo positivo.


Assistir ao vídeo04:51

Qual o segredo dos virais de internet?

Entre os efeitos positivos, eles destacaram que os melhores alunos têm acesso a mais informações e em maior profundidade e que muitos podem se beneficiar da disponibilidade de material educativo em formatos multimídia.
No entanto, 87% dos docentes afirmaram que essas ferramentas estão criando uma geração que se distrai facilmente, com tempos curtos de concentração. Para 64% dos professores, as tecnologias digitais mais distraem os estudantes do que os ajudam no aprendizado.
Os professores disseram se preocupar com a dependência excessiva de mecanismos de busca, a dificuldade de julgar a qualidade das informações online, além do aumento das distrações e de piores habilidades para gerenciar o próprio tempo.
Para 86% dos professores consultados, os estudantes estão hoje conectados demais e precisam de mais tempo longe das tecnologias digitais. Alguns dos docentes associaram uma "superexposição" à tecnologia à falta de foco e a uma menor habilidade de reter conhecimento.
Estímulo à distração
Os usuários da internet são constantemente estimulados a se distrair. Páginas online são concebidas de modo a atrair o maior número de cliques possível, com vídeos, anúncios e links, possibilitando uma navegação sem fim por abas e mais abas.


Assistir ao vídeo03:34

Arquitetura no Instagram

Segundo um artigo publicado no blog Gaming Debugged, intituladoComo a internet sabota a sua concentração e o que fazer sobre isso, quando uma pessoa navega na internet, o cérebro tenta sermultitask, ou seja, realizar várias atividades simultaneamente.
"Depois de um tempo, seu cérebro pode ficar preso num modo de distração permanente porque você o treinou para isso", diz o artigo. "Pode parecer impossível terminar qualquer coisa que você está fazendo sem trocar para outro problema ou atividade. Isso leva a muito tempo perdido."
Exercícios para a concentração
O cérebro é um órgão capaz de se adaptar e criar novos caminhos, afirma o blog. Portanto, seria possível treinar a habilidade de se concentrar numa mesma tarefa por longos períodos de tempo.
Uma dica é tomar consciência da própria mente e de suas tentativas de fuga. Quando vier a vontade de fazer outra coisa, é importante se esforçar para terminar a atividade atual antes de começar algo novo.
Ler livros, jornais e revistas, que não oferecem distrações em forma de links, também pode ajudar. Além disso, é importante se desconectar durante algum período do dia, desligando a TV, o celular e o computador.
"A resposta não é simplesmente parar de se conectar ou até parar de ser multitask. Na verdade, aprender como se concentrar melhor ajuda sua mente a se focar intencionalmente em tarefas individuais e a desconectar rapidamente e retomar o foco quando necessário, tornando seumultitasking mais eficiente", diz o artigo.
A saída, portanto, seria exercer mais controle sobre a própria atenção, evitando que o caos das distrações diminua a habilidade do cérebro de lidar com elas.
Segundo o estudo da Microsoft, enquanto o tempo médio de atenção diminuiu nos últimos anos, a habilidade de realizar várias tarefas ao mesmo tempo, ou de ser multitask, melhorou consideravelmente.
Extraido do site www.dw.com autoria 

segunda-feira, 7 de março de 2016

Curso de cinema e vídeo


Ficou Interessado ??? Venha fazer o meu curso, entre no site do Instituto Puente www.intitutopuente.org . O cursos tem duração de 24 horas aula, e completo e apostilado falaremos sobre historia do cinema, roteiro, linguagem cinematográfica alguns truques e dicas interessantes e com aulas praticas. O curso e presencial e fica no Viaduto 9 de Julho, 160, Sala 176 – Centro São Paulo, SP – Brasil CEP: 01050-060 . Estudamos a possibilidade de turmas com horários alternativos e aos sábados. Entre no site e inscreva-se vai ser bem legal. Para me conhecer um pouco mais entre no meu perfil do facebook ou no linkeding prof Ricardo Del Bianco. Mas pessoalmente e muito melhor.

Espero por vocês.

Um forte abraço a todos.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Saber aprender

por Paula Oliveira (site Vagas)

Uma das questões que mais me intrigam: pessoas que tem a oportunidade de aprender e não aprendem…

Lembro claramente da faculdade, onde percebia que meus colegas de classe liam muito, assistiam às aulas e faziam provas, mas na hora de colocar em prática todo aquele conhecimento e conteúdo, não conseguiam aplicar, parecia que a prática não tinha nenhuma associação com a teoria. Eu me perguntava, será que a pessoa aprendeu?

Na minha visão não, afinal estávamos ali para adquirir um conhecimento para depois podermos aplica-los. Só que eu esqueci do detalhe que há milhões de interferências que nos atrapalham na hora de colocarmos em prática, o conhecimento adquirido.

Piaget e Vygotsky, grandes estudiosos da aprendizagem, dizem que para aprender é necessário ter uma capacidade intelectual e um ambiente que estimule o desenvolvimento. A interação entre os dois denota a capacidade de aprender de cada indivíduo e somente esta relação poderá gerar novas formas de comportamentos. Em resumo…

Um processo de aprendizagem só se concretiza quando há mudança de comportamento, mas todos nós sabemos que mudar não é fácil. Levando um pouco para a prática, o processo é simples, nos defrontamos com um conteúdo novo que nos faz pensar diferente, olhamos as nossas atitudes e mudamos a nossa forma de agir. Tão simples. Só que não!

Observem que nas três etapas temos que estar com vontade de assimilar. Isto se dá assim:

Ter vontade de entender o conteúdo novo;
Ter vontade de refletir sobre o novo e nossas ações e atitudes;
Ter vontade de mudar a forma de agir.
Podemos aprender o tempo todo, mas muitas vezes não nos permitimos aprender com todas as pessoas e todas as situações. Simplesmente escolhemos com quem ou em qual situação iremos aprender. Não temos abertura e boa vontade com todos e assim perdemos oportunidades de nos aprimorar. Isso não quer dizer que temos que assimilar tudo o que escutamos, mas temos que ouvir e fazer uma análise sobre o conteúdo que nos está sendo passado.

Quero contar um caso. Ontem eu recebi uma mensagem de um amigo agradecendo uma conversa que tivemos. Ele me contou que tinha que mudar alguns pontos da carreira, pois os chefes não estavam confiando muito no trabalho dele. Dei várias dicas de como ele poderia agir e depois deste dia começou a mudar algumas atitudes. Agora já recebeu dois projetos de maior complexidade. Acredito que ele foi aberto para poder ouvir e aprender com uma simples conversa.


Hoje eu faço um grande esforço para compreender com quem eu não aprendo e o porquê, pois se eu conseguir perceber as causas deste bloqueio eu conseguirei ampliar as minha possibilidades.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Mobile Video Ads unidade Brand Awareness, Engagement
Vídeo Digital gastos com publicidade está crescendo
14 de janeiro de 2016 | Vídeo
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Publicidade em vídeo móvel traz um monte de valor para os comerciantes, principalmente aumentando a notoriedade da marca. Ele também contribui com a geração de leads e melhor engajamento, de acordo com uma pesquisa realizada em dezembro 2015.

Trusted Mídias Marcas (TMB) e Publicitário Percepções pediu US mídia decisores para escolher seus três principais benefícios de ads-se de vídeo móvel ou não utilizam atualmente.
Quase metade dos entrevistados (47%) disse que o aumento da notoriedade da marca foi um dos seus principais benefícios e um pouco mais de um terço disse que melhor engajamento e interação foi.
Além disso, quase um terço dos entrevistados disseram que os anúncios de vídeo móveis foram adequados para comportamentos de consumo móveis.

Que os anúncios de vídeo móvel obter maior de cliques do que anúncios baseados em desktop e são menos intrusivos também apelou aos decisores de mídia, mas inferior na lista.
Fone video gastos com publicidade está crescendo mais rápido do que qualquer outro formato de publicidade digital em os EUA, de acordo com estimativas eMarketer.
Os gastos com publicidade em vídeo móvel vai crescer mais de 70%, atingindo $ 2620000000 em 2015, mais de um terço dos estimados $ 7770000000 para ser gasto em anúncios de vídeo digitais. Em 2019, eMarketer estima, a participação do móvel do total das verbas de publicidade de vídeo digital vai chegar a 47,7%.
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Vídeo Digital gastos com publicidade está crescendo

Publicidade em vídeo móvel traz um monte de valor para os comerciantes, principalmente aumentando a notoriedade da marca. Ele também contribui com a geração de leads e melhor engajamento, de acordo com uma pesquisa realizada em dezembro 2015.

Trusted Mídias Marcas (TMB) e Publicitário Percepções pediu US mídia decisores para escolher seus três principais benefícios de ads-se de vídeo móvel ou não utilizam atualmente.
Quase metade dos entrevistados (47%) disse que o aumento da notoriedade da marca foi um dos seus principais benefícios e um pouco mais de um terço disse que melhor engajamento e interação foi.
Além disso, quase um terço dos entrevistados disseram que os anúncios de vídeo móveis foram adequados para comportamentos de consumo móveis.


terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Pessimismo........... Estou fora !!!!!!!!!!!

Durante um bom tempo eu fui representante de vendas de uma grande companhia, mas na prática eu era vendedor mesmo, com um título mais simpático, carteira assinada e tudo o que tinha direito em termos de benefícios.
Segundo as diretrizes da empresa, o título mais sofisticado era para enobrecer o cargo e gerar mais respeito perante os clientes, como se a profissão de vendedor não fosse nobre o bastante para merecer o respeito que o mundo dos negócios atribui a ela. 
Eu mantinha uma rotina mensal de visitas com uma meta arrojada de vendas a cumprir, burocracia até a raiz dos cabelos e aquele ar superior de quem conseguiu um bom emprego numa grande corporação capaz de prover todas as soluções para uma vida melhor, livre das dificuldades. Mas toda profissão tem os seus inconfundíveis percalços. 
Um dos meus clientes era uma pessoa extremamente pessimista e eu ficava remoendo diariamente se deveria visitá-lo e quanto tempo deveria gastar com ele, para me livrar o mais rápido possível de ser contaminado pela suas dores e reclamações. 
O fato é que eu não tinha como escapar do sujeito assim tão fácil e vez por outra eu deveria enfrentar a realidade. Porém, todas as circunstâncias geram aprendizado de alguma forma, desde que se saiba obter a leitura correta e extrair algo proveitoso da situação.
Numa dessas visitas eu sabia de antemão que o filho dele havia passado no vestibular e imaginei encontrá-lo radiante, talvez também tivesse raspado a cabeça para prestigiar o menino ou ainda tivesse mandado matar para o banquete um daqueles carneiros que rondavam o estabelecimento e ficavam o tempo todo comendo a grama somente para ele não ter que desembolsar uns míseros trocados para o jardineiro.  
E lá estava eu, senhor de mim, tentando parecer animado, cheio de amor e otimismo: - E então, seu Paulo, há quanto tempo, como tem passado? -. Como todo bom cliente, ele não deixava por menos e o sermão estava na ponta da língua: - Quanto tempo digo eu! Esqueceram que eu existo? Pensei que a empresa havia falido. Não me venha com conversa, você sabe que eu ando muito mal das pernas, sem dinheiro, quase quebrado. 
Fiel escudeiro de uma grande corporação, rapaz bem treinado, eu insisti no assunto: - Que nada, seu Paulo, anime-se! O tempo melhorou, as vendas estão reagindo, a chuva deu uma trégua, a colheita agora sai, é questão de dias! 
Porém, o homem não deu o braço a torcer: - Isso é fogo de palha, não vai dar em nada, daqui a pouco chove, vai por mim, minha coluna está doendo um bocado e quando isso ocorre, pode escrever, é chuva na certa. 
Eu continuei na minha, impassível, com aquela vontade incontrolável de mandá-lo para algum lugar bem longe dali, mas aguentei firme, pensei no meu emprego, na minha adorável esposa, nos meus lindos filhos e, na mesma linha, perguntei serenamente: - E o filho, seu Paulo, está contente? Soube que ele passou no vestibular, meus parabéns! 
- Que parabéns, que nada! Isso é pura vadiagem. Veja só o que ele me arranjou, mais quatro anos de despesas e dor de cabeça. Isso se o bicho conseguir sair em quatro anos. 
Juro por tudo o que mais sagrado que daquele momento em diante eu iniciei uma contagem regressiva e não via a hora de dizer adeus. Depois de sair, fiquei imaginando o tempo todo, enquanto fazia o caminho de casa, o que leva uma pessoa a optar pelo sofrimento.
A última notícia que eu tive dele é de que estava acamado e deprimido. O negócio havia falido há muito tempo. Infelizmente, nem o tempo foi capaz de ensinar a ele a importância de se manter o otimismo e de se ter uma atitude mental positiva na vida das pessoas. Como dizia Napoleon Hill, autor de A Lei do Triunfo, “a mão dura do destino tocou-lhe os ombros”. 
Existem pessoas que não conseguem dar um passo sem associar desgraça ao mais simples acontecimento. São aquelas que passam pela vida, mas não vivem a vida na sua plenitude. Algumas se mordem de raiva ao menor sinal de sucesso alheio e outras se deliciam diante da tristeza dos outros. Ambas conseguem bater nas suas costas e sorrir com aquela cara de compaixão disfarçada de hipocrisia. 
Provavelmente, essa história está ligeiramente associada a uma série de acontecimentos, sentimentos, mágoas e rejeições carregadas desde a mais tenra infância. Fruto dos modelos mentais negativos mais arraigados. Um caso como esse é algo tão pessoal e delicado que somente o próprio ser humano, por sua livre e espontânea vontade, pode mudar. 
Conviver com pessoas negativas ou pessimistas é um exercício de paciência e ao mesmo tempo de solidariedade. O cuidado que se deve ter é o de não se deixar contaminar pelos problemas e aborrecimentos alheios. 
Olhe ao seu redor e avalie rapidamente o número de pessoas que vivem relativamente bem, tem carro à disposição, um excelente emprego, uma boa casa, boa saúde, uma bela família e ainda assim insistem no discurso da falta de sorte na vida como se a sorte existisse sem o trabalho e a fé. Algumas não conseguem manter cinco minutos de conversa sem deixar de se lamentar. – Como vai o amigo?. - Vamos levando... Já escutou algo assim? 
Em casa, lembrei-me da antiga parábola dos cachorros, contada por um velho índio e aqui remodelada com a melhor das intenções. Dentro de cada um de nós existem dois cachorros que discutem o tempo todo e exercem importante papel em nossa vida: um deles se chama raiva e o outro, compaixão. Intrigado, alguém se aproximou do índio e perguntou: - Amigo índio, qual dos dois é o mais forte e capaz de ganhar a briga?. - É simples: aquele que eu alimento. 
Do episódio em questão eu quero compartilhar algumas lições com o amigo leitor: 
1) Tudo na vida é aprendizado e as pessoas que cruzam o nosso caminho, não importa o estado de espírito, sempre têm algo a nos ensinar. No caso dos pessimistas, basta fazer exatamente o contrário; 
2) Os pessimistas morrerão falando mal de tudo e de todos, portanto, não perca energia discutindo com eles. Afaste-se deles, demita-os da sua vida, se necessário, e jamais permita que o negativismo alheio afete o seu modo de pensar e agir; 
3) Dificilmente haverá espaço no mundo para pessoas que lamentam o tempo todo em vez de contribuir para torná-lo mais humano, mais alegre e menos violento; se o mundo é difícil, ficará ainda mais difícil com pessimismo;
4) Pior do que ser pessimista é ser um otimista irresponsável imaginando que tudo se resolve com base no otimismo. Sem trabalho, sem fé e sem atitude, não há otimismo que resolva. A atitude muda tudo; 
5) Quanto mais você reforça o seu discurso negativo, mais o pessimismo vai tomando conta da sua vida. Pode parecer piegas, mas palavras como sorte, amor, dinheiro, paz, esperança, felicidade, alegria e sucesso são verdadeiros antídotos contra o pessimismo que assola o mundo;
6) Torça pelos seus amigos, conhecidos ou desconhecidos, e reze pelos inimigos; desejar-lhes o bem é uma ótima chance mudar o estado de espírito e de afastar definitivamente o pessimismo da sua vida;
7) Como diria o inesquecível Mahatma Gandhi, seja você a mudança que deseja ver no mundo, portanto, mude o seu discurso, torne-se mais vivo, mais alegre, mais humano e sua vida mudará radicalmente;
Por fim, respire o otimismo em todas as suas realizações. Nenhuma situação de desconforto é duradoura e todas as adversidades são válidas para o crescimento pessoal e profissional. Como diz o ditado: para o otimista, é difícil, mas é possível; o pessimista, que possui o dom de inverter o raciocínio, é possível, mas é difícil.
Pense nisso e seja feliz! 
Por Jeronimo Mendes Revista administradores.

Conteúdo e vendas: o que eles têm a ver? Aprenda!

Mais do que vender uma marca, você precisa entregar um conteúdo de valor e dar abertura para seu interlocutor falar

Administradores.com, Conteúdo especial para o meuSucesso.com, 
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Tentar impactar clientes com propagandas tradicionais, em que só sua marca fala, e esperar que o público absorva aquilo de maneira passiva é algo cada vez mais ineficiente. A comunicação agora é horizontal. Os consumidores fazem questão de se colocar de igual para igual com as empresas e esperam que seu negócio entenda isso.
Mais do que vender uma marca, você precisa entregar um conteúdo de valor e dar abertura para seu interlocutor falar. O público que nasceu na era digital ou pelo menos entrou para o mundo do consumo quando a internet já havia se consolidado consome de uma maneira muito diferente dos seus pais. Portanto, as organizações precisam parar de se comunicar como antigamente.
Se você quer vender, produza conteúdo. Hoje, estudos apontam que mais de 90% dos consumidores pesquisam informações sobre os produtos na internet antes de decidirem uma compra. Muitas vendas também são fechadas depois que o prospect tem alguma experiência com o produto ou uma prévia dele.
Mas, afinal, de que maneira você pode utilizar o conteúdo para vender?
Demonstração e persuasão
Um simples vídeo informativo bem elaborado pode ser muito mais persuasivo do que uma campanha milionária. Demonstrar utilidades, funções que diferenciam um produto dos demais, aplicações que vão resolver problemas práticos das pessoas, tudo isso tem grande apelo vendedor e pode fazer a diferença.
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Conteúdo que chama atenção para o produto
Essa estratégia consiste em produzir algo que se relacione de alguma maneira com seu produto ou serviço e oferecer gratuitamente. Isso vai atrair seu público alvo e facilitar seu acesso a ele quando quiser fazer ofertas mais agressivas. Por exemplo: você fabrica doces finos para festas, como aniversários e casamentos. Um blog com dicas de organização de festas ou orientações sobre quais os melhores doces para cada ocasião pode ser bastante eficiente.
Conteúdo que estabelece vínculos com o público
Outra maneira de utilizar o conteúdo a favor das vendas é no processo de criação de vínculos mais duradouros com o público alvo. Criar um canal no Youtube que seja referência para quem gosta de carros pode ser uma boa maneira de fidelizar clientes para uma concessionária, uma rede de oficinas ou uma loja de pneus, por exemplo.
E então: ainda tem dúvidas de que um bom conteúdo pode fazer toda diferença para seu negócio?
Extraído da Newsletter de administradores Nao faz referencia ao autor

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

LIDERANDO NA CRISE: UM MODELO PARA UMA LIDERANÇA EFICAZ

Hoje em dia, os líderes precisam estar visíveis, acessíveis e engajados. É muito comum a crise manter o líder atrás de portas fechadas. Ele se retira para sua sala, onde permanece atordoado por dados e tolhido por números, perdendo a conexão com seu pessoal.

Líderes confusos em geral acabam abandonando três princípios-chave da liderança em tempos de crise...

Mantenha-se engajado e lidere da linha de frente

Em tempos de crise, comunique-se constantemente com o seu pessoal. Fale a verdade. Lidere da trincheira, e não da retaguarda. Quanto mais tempo você passar na linha de frente, prevendo problemas, menos problemas vai ter para resolver...
nos dias que se seguiram ao 11 de setembro, o prefeito Rudy Giuliani percorreu as ruas, demonstrando visibilidade e acessibilidade enquanto consolava, encorajava, ouvia, planejava e liderava os esforços por limpeza e salvamento. Compareceu a mais de 100 funerais, fez reuniões diárias e se comunicou incessantemente;

Winston Churchill foi um modelo de engajamento na linha de frente quando se recusou a deixar Londres durante a blitzkrieg contra a cidade em 1940. Ele vivia em um bunker embaixo da terra e subia à superfície depois dos ataques para percorrer as ruas animando, consolando e anunciando a inevitável vitória;

em 2 de julho de 1864, quando o exército Confederado se aproximou do Forte Stevens, em Silver Spring, Maryland, em cerco a Washington, D.C., um oficial Unionista subiu à varanda do forte para estudar a situação, ficando sob o fogo dos atiradores. Este oficial – o Presidente Abraham Lincoln – tinha deixado a segurança da Casa Branca para se unir às tropas.

Muitos líderes, ao sentirem a crise, se enterram ainda mais em suas tocas. Desenvolvem uma mentalidade de bunker. Isolam-se em seus escritórios, tentando mudar os números, quando deveriam avançar e ajudar a mudar as pessoas – mudando, assim, os números.

Aponte para o panorama geral e comunique a visão

Em tempos de crise, o líder enfrenta fatos brutais, mas não perde a fé na capacidade de superação dele e de seu pessoal. Giuliani nunca minimizou as conseqüências do 11 de setembro, mas sempre deixou patente a confiança que tinha em ver o povo de Nova Iorque sair da situação mais forte que nunca. Churchill fez o mesmo ao repetir sua visão de vitória. A visão de Lincoln era clara: preservar a União.

Organizações voltadas para a visão sempre têm uma vantagem, mas, durante as crises, essa vantagem se torna maior ainda, já que todos têm um quadro geral de onde tiram inspiração para atravessar provações e retrocessos. Sem uma visão para manter o foco e a inspiração, as tarefas logo perdem o significado e você se vê sem motivação para continuar. 

Sobrecarregado pelas pressões dos problemas que se avizinham – sem perspectiva, significado ou direção –, você se rende à imobilidade e à inércia.

Procure opiniões justas e ponha a sua equipe em ação

Durante a crise, o líder precisa ter perto de si gente que ofereça aconselhamento, encare e diga a verdade, desafie, discuta sem pressionar, conduza reuniões sem fazer acusações e, tomada a decisão, se una em torno dela. Colin Powell disse: Durante uma discussão, ser leal significa dar a sua opinião, quer ache que eu vou gostar, quer não. Neste ponto, a discordância me estimula. Mas depois que a decisão é tomada, termina o debate. É então que ser leal significa me seguir e executar o que foi decidido.

Em tempos de crise, uma equipe de líderes com habilidades e talentos complementares consegue avançar com mais rapidez e eficiência. A formação de líderes capazes e leais paga altos dividendos. Seja pró-ativo e forme o seu dream team antes que a crise chegue. 

Tempos difíceis não criam líderes – simplesmente mostram o tipo de líder de que você dispõe.

AÇÃO: Aplique estes princípios à sua liderança.

Fonte
ANDERSON, Dave. Liderando na crise: Um modelo para uma liderança eficaz. [S.l.: s.n.].