Take Ensina

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Tenho uma produtora de videos a Take Seven video e produções e professor de cinema radio e TV também como professor de criatividade em propaganda criação publicitaria e velejar que sempre fez parte do meu DNA e agora, além de minha maior diversão, é também o meu trabalho. Quiseram as forças do destino, com a ajuda de alguns amigos, que eu embarcasse na tripulação da DYC, uma empresa de excelência na locação de veleiros de 36 a 41 pés, atuando como skyper e responsável pelas vendas em São Paulo e região. Convido você a conhecer um pouco mais deste mundo feito de mar, sol e velejadas emocionantes, em Angra dos Reis, uma das paisagens mais bonitas do nosso litoral.
 .estas são minhas três principais atividades profissionais.  

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

respeito profissional

Tudo começou quando apareceu  meu Facebook um post  da Carla Zatorre, minha ex aluna e uma profissional competentíssima com uma sensibilidade a flor da pele, que falava sobre profissionalismo dedicação, respeito profissional. formação etc. e como professor estes assuntos estes  me interessam muito Achei pertinente e transcrevi aqui no meu blog..Bem achei que deveria colocar todos os comentários.
me perdoem por colocar todos os comentários e com os respectivos nomes identificados sem as devidas autorizações.
Leiam e muito  legal

Segue......
  • Trabalho há 4 anos com redes sociais, há 8 anos estudo quase que diariamente sobre storytelling, comportamento do consumidor, branding, conteúdo, estatísticas (sim, tem matemática), marketing e todas as tendências: das mais populares como novelas as mais futuristas. Passo horas na Internet e não é por motivos de vício e sim porque é o meu trabalho.
    E todos os dias tem alguém que questiona o meu trabalho, como se fosse fácil ser um profissional de redes sociais... nenhuma profissão é fácil.
    O ponto é seguinte, hoje as marcas estão cada vez mais se humanizando e o consumidor está cada dia mais carente, logo a matemática é fácil. Consumidor carente + marcas se humanizando= precisamos falar a língua deles!!!
    É por isso que para conseguir uma conta o Itaú faz batalha de rima com o Santander. É por isso que o Pinguim fala, brinca com qualquer pessoa. Pra atingir o público feminino o Magazine Luiza tem Lu. O CCE entrou nas redes sociais com o "Carlão", o intuito é facilitar a conversa com usuário.
    Muitas empresas preferem personificar suas marcas através de personagens, outras como o Itaú preferem simplesmente criar uma imagem na imaginação do consumidor. Isso vai de cada estratégia da marca.
    Eu estudei anos pra entender e quais conversas eu posso ou não entrar, estudei muito pra saber de qual forma eu me comunico com um jovem e com um adulto.
    O triste é que as pessoas desdenham o seu trabalho achando que só pq vc é "brincalhona" você está fazendo besteira. Isso é triste...
    Tudo bem, um dia as pessoas entenderão o quanto é importante falar com todas as idades da forma que elas querem ser ouvidas.

    Desabafo que metade não vai ler.

 

domingo, 15 de setembro de 2013

A aposentadoria dos mitos do rádio


LAURA MATTOS
da Folha de S.Paulo


A pergunta é: o que está por trás da notícia da aposentadoria do radialista carioca Haroldo de Andrade, que, aos 69 anos, 54 de rádio, 42 de Globo AM, pendurou o microfone?
Certamente muito mais do que suas questões pessoais. O fim de seu programa diário e histórico na Globo marca uma tendência no rádio: a destruição dos mitos.
O dial sempre esteve ligado a nomes fortes regionalmente. Locutores mais importantes do que o título do programa, a identidade da programação, a emissora.
São todos, de certa forma, "discípulos" de Haroldo de Andrade. Todos, de certa forma, estão se aposentando com ele.
O setor começa a se conscientizar de que as rádios não podem mais ter como alicerce único os "Elis Correas" e "Paulos Lopes", só para citar mitos de São Paulo.
Em processo cada vez mais forte de profissionalização, de formação de rede, como sustentar uma emissora apenas com grandes nomes de identidade regional?
A Globo já sabe disso e outras começam a perceber que é importante fortalecer os programas, o perfil da programação, para buscar os melhores nomes de cada região. Mas a procura agora é por profissionais que saibam se adaptar aos formatos das emissoras.
Assim, o mundo não vai acabar quando o locutor querido dos ouvintes receber outra proposta e for para a concorrência. E o anunciante terá mais estímulo para topar os pacotes nacionais, já que saberá que lá na afiliada do interior do Acre há um radialista inserido em um projeto de rede.
Os publicitários, que adoram uma novidade, criaram uma palavra para a tendência: "glocal". É a GLObalização da programação que mantém a identidade loCAL.
Na televisão, a MTV é um bom exemplo. Trata-se de uma rede mundial, com formato de programação semelhante dos Estados Unidos à Ásia, que consegue ter uma forte identidade nacional.
É claro que o rádio é bem mais íntimo do ouvinte do que a TV do telespectador. E é claro que favorece uma relação profunda com a voz do locutor. Isso provavelmente é eterno, faz parte da natureza do meio. Mas na era da entrada do capital estrangeiro na mídia, da concorrência quase "armada", o papel de herói certamente sofrerá mudanças.
O GPR (Grupo dos Profissionais do Rádio, www.gradio.com.br) abre na próxima segunda-feira inscrições para o 4º Prêmio Criatividade em Rádio. A entidade escolherá os anúncios mais criativos do dial, para incentivar o investimento do mercado publicitário em AMs e FMs.