Take Ensina

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Tenho uma produtora de videos a Take Seven video e produções e professor de cinema radio e TV também como professor de criatividade em propaganda criação publicitaria e velejar que sempre fez parte do meu DNA e agora, além de minha maior diversão, é também o meu trabalho. Quiseram as forças do destino, com a ajuda de alguns amigos, que eu embarcasse na tripulação da DYC, uma empresa de excelência na locação de veleiros de 36 a 41 pés, atuando como skyper e responsável pelas vendas em São Paulo e região. Convido você a conhecer um pouco mais deste mundo feito de mar, sol e velejadas emocionantes, em Angra dos Reis, uma das paisagens mais bonitas do nosso litoral.
 .estas são minhas três principais atividades profissionais.  

terça-feira, 22 de junho de 2010

Viagem a lua

 

clip_image002[1]Quando surgiu o cinema o publico experimentou uma nova forma de emoção, o mais espetacular meio de comunicação que a humanidade já viu. Logo classificada como a 7º arte e não era para menos, historias contadas através de imagens, com sensibilidade,envolvimento , impacto e nelas pessoas desaparecem, monstros , viagens inimagináveis. E foi pelas mãos do francês Georges Méliès, um ilusionista que percebeu a potencialidade da câmara de filmar. Méliès criou a trucagem. A princípio foi um acaso. Certa vez, a câmara que usava parou. Quando voltou a funcionar, Méiiès prosseguiu seu trabalho normalmente. melier 3 Ao ver o filme pronto, percebeu que algumas coisas haviam mudado: os objetos e as pessoas não ocupavam mais as mesmas posições. Bastou isso para ter o grande clique. Se, em vez de parar o filme por acaso, o parasse sistematicamente e substituísse certos elementos, faria surgir e desaparecer coisas, como um ilusionista. Ora, Mélíès era um ilusionista, antes de ser cineasta. Isso foi o suficiente para desenvolver o processo e fazer de seus filmes espetáculos de pura magia. Desde 1896, Méliès encantou o público com vários filmes em que um diabo bem – humorado aparecia e tirava as coisas do lugar. Ele nos levou à Lua (nossa primeira Viagem Lua), deu imagem às Viagens de Gulliver às aventuras de Robinson Crusoé, Vinte mil léguas submarinas.  Conta a história de um grupo de homens, liderados pelo prof. Barbenfouillis (interpretado pelo próprio Méliès), que viajam até à Lua, onde têm o prazer de assistir ao nascer da Terra no horizonte, são capturados por Selenitas e conseguem escapar. A viagem consistiu em serem disparados dentro de uma cápsula, por um grande canhão; daí deriva esta imagem, muito famosa (surge inclusivamente no videoclipe da música "Heaven for Everyone", dos Queen, juntamente com outras cenas do filme), da Lua com essa cápsula 'enfiada' no olho direito.George Méliès pretendia lançar este filme nos Estados Unidos da América e tirar daí algum proveito financeiro. Infelizmente, técnicos cinematográficos americanos já tinham feito cópias do filme (secretamente) (pirataria ),melier 4 que foram exibidas por todo o país no espaço de poucas semanas. Méliès nunca lucrou um centavo com a exibição do filme nos EUA. Nota: Meliés é efetivamente um cineasta importantíssimo, mas não era especialista em ficção científica. Era sim, especialista em fantasia (no geral), um ex-ilusionista Magico que iniciou o uso das 'trucagens' (efeitos especiais) no cinema. Numa homenagem merecida Tom Hanks produtor da serie da “Terra a lua “ produzida por para TV abriu com imagens do filme de Mélíès, alias a serie é ótima recomendo .

“Senta que la vem historia”

Muito se fez ate chegada do cinema no formato que conhecemos hoje, e um conceito básico fundamental foi descoberto pelo cientista inglês Peter Mark Roger sobre o fenômeno da persistência retiniana (a fração de segundo em que a imagem permanece gravada na retina ¼ de avos de segundo). Baseados na descoberta, alguns aparelhos são criados para captar a imagem do movimento. Por outro lado, o surgimento da fotografia, desenvolvida por Daguerre e Niepce, foi à base para que tudo acontece-se. Depois vamos para Thomas Edison o mesmo que inventou a lâmpada, com a criação do filme perfurado daí foi um pulo para o Kinetoscopio uma grande caixa de madeira com uma ocular pela qual se vê uma cena animada gravada em loop. È um aparelho de visão individual que não permite uma projeção na tela e que funcionava como caça níqueis com moedas, em pouco tempo mais de 3 .000 destes caça níqueis estavam espalhadas pelos ESTADOS UNIDOS e EUROPA .

kinetoscopio-edison

A partir daí vieram os irmãos Lumiere com cinematografo este sim foi o primeiro passo para o cinema como conhecemos hoje ou seja numa sala de projeção aonde um grupo de pessoas assistiam ao filme. Filme este que era na verdade um registro de imagens e que estes registros de imagens, dando origem ao Primeiro grande gênero cinematográfico que é o documentário a saída da fabrica o ginasta foram os grandes documentários da época. A partir da popularização do cinema. O publico passou a exigir mais dos produtores estes começaram a produzir estórias de ficção a principio muito se usou do teatro, mas a possibilidades técnicas do cinema logo exigiram uma narrativa e uma linguagem própria para contar estas historia. Dai vieram Os princípios básicos do trabalho de montagem de um filme são desenvolvidos pelo americano Edwin Porter em A Vida do Bombeiro Americano e, um ano depois, em O Grande Roubo do Trem. Em 1915 - O Nascimento de Uma Nação, realizado por D.W.Griffith, é uma apologia do racismo que reúne inovações como uso de panorâmica e montagem alternada (princípios da linguagem cinematografica). Foi o primeiro filme a romper a barreira dos US$ 10 milhões de bilheteria e a ser exibido na Casa Branca 1916-Intolerância, de Griffith, épico sobre o preconceito, explora ainda mais os recursos reunidos em O Nascimento de uma Nação. Porque falamos tudo isto? Para entendermos as técnicas os conceitos que usamos hoje de produção áudio visual tem muita coisa legal ainda espero que gostem.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Titulo: Ir ao cinema 16,00 reais. Comer pipoca 20,00. Levar meu filho de 4 anos pela primeira vez no cinema e ainda por cima em 3D. NÃO TEM PREÇO

Texto: Levei meu filho de 4 anos pela primeira vez ao cinema para assistir o Alice no pais das maravilhas em 3D e ele emocionadíssimo com a nova experiência me dizia: “Papai papai quero pegar aquelas bolinhas que  estão voando” . A sua reação foi muito parecida quando da chegada das "fotografias animadas" causando estranhamento em grande parte das pessoas que depararam com a nova arte. No ano em que o cinema começou a ser visto e aplaudido pelo público, o crítico Máximo Gorki, exclamou: "Vocês não sabem como foi estranho estar lá." Ele acabava de sair da exibição das fotografias em movimento produzidas pelos irmãos Lumière, trens saindo da parede e indo de encontro a platéia espectadores com medo dos tiros, enfim quase uma histeria coletiva .Esta aventura começou em 1896 ate hoje o cinema não perde a magia de comunicar,envolver, apaixonar ,emocionar. Estamos presenciando uma grande evolução da 7º.arte o 3 D . Com ele muitas técnicas e tecnologias terão que ser revistas a narrativa a linguagem cinematografica os efeitos especiais quanta coisa. Mas não fiquemos preocupados com muitas tecnologias o cinema sempre evolui para garantir ao espectador cada vez mais emoções sem limites .

A linguagem das imagens

 

Poucos conhecem e todos entendem .Sabemos que um plano detalhe da arma jogada num canto da sala no momento do crime será a chave para desvendar o crime que acaba de ocorrer. A partir dela vamos construindo estória na nossa imaginação.planos e enquadramentos

Conhecemos linguagem cinematografica antes mesmo de sermos alfabetizados em nossos primeiros desenhos animados ela esta lá. E tudo começou com David Griffith (1875-1948),foi ele quem começou a contar varias historiais paralelas. Calma eu explico, se você olhar um filme ou novela você vai perceber que as historias são contadas aos pedaços e estes chamamos de seqüências que são compostas por cenas. Uma seqüência e um conjunto de cenas que tem relação uma com a outra e que contam um pedaço da historia. E o conjunto de seqüências e que teremos a compreensão fílmica ou seja a estória. Podemos fazer um paralelo com um livro aonde ao final de vários capítulos teremos a compreensão da estória. Falar de linguagem cinematografica em tempos de 3D .

O mais curioso e que com o passar dos anos evoluções nos meios de comunicação cinema, televisão e outros meios de comunicação a linguagem cinematografica continua a mesma.A mesma? O que podemos dizer sobre 3 D será que os conceitos vão mudar ?

Sob o ponto de vista de estória roteiro e alguns conceitos ainda serão os mesmos.